Da série: Aprendendo com minhas experiências - Por que pregar o Evangelho?

Da série: Aprendendo com minhas experiências - Por que pregar o Evangelho?

Algumas experiências que tive nesses dias me fizeram refletir um pouco mais sobre a morte e a finitude de nossos dias. Afinal é a única certeza de nossas vidas.
Acho que todos nós já ouvimos essa frase, mas a verdade é que lidar com esta certeza é, na maioria das vezes, crer no incerto, quase que como se fôssemos os únicos inatingíveis, os únicos inalcançáveis pelo morte. Interessante é que na maioria das vezes preferimos crer no incerto, nos esquecendo que é na certeza que a verdade reside.
A verdade é que agimos como se a morte não existisse, mas quando ela chega tão próximo de nós, faz com que repensemos muitos de nossos conceitos e nos mostra que a certeza da finitude do nosso corpo físico está mais próxima do que queremos imaginar.
Mas afinal, o que é esse negócio de morte?
Para isso precisamos retornar lá em Gênesis, quando da criação da humanidade.
Deus criou Adão e Eva e deu a eles o Éden como presente e os alertou que poderiam se alimentar de todos os frutos, exceto da árvore que se encontrava no centro do jardim:

"E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás". Gênesis 2:16,17

A partir deste alerta, todos sabemos o que aconteceu...
O fruto foi comido e o pecado inserido em nossa natureza...
Seria então a morte uma maldição? Ou um castigo de Deus para a humanidade desobediente?
O primeiro pensamento diante disso tudo é dizer que SIM, a morte seria um castigo de Deus face à desobediência da humanidade.
Mas, analisando a fundo e mediante a fé cristã (essa reflexão é feita a partir da minha fé cristã, outros podem ter outra compreensão desse assunto e não tenho a intenção nenhuma de polemizar sobre isso), a morte está longe de ser um castigo, ao contrário, ela passa a ser um prêmio.
Sim, um prêmio!
Pois, através dela temos a condição de nos libertar deste corpo pecador, corrompido, para podermos estar diante do Senhor no dia da Ressurreição, no grande dia final.
E para isso, mediante a minha fé cristã, basta que tenhamos nossa vida entregue nas mãos de Cristo:

"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres".  Jo 8,36.
""E ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; eu sou o Primeiro e o Último;e o que vive; fui morto, mas eis que aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno." (Apocalipse 3.18) 
"Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou! Lembrem-se do que ele lhes disse, quando ainda estava com vocês na Galiléia: ‘É necessário que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no terceiro dia’ "(Lucas 24.5-7)

Cristo é o único que nos liberta deste medo e não a igreja, ou o pastor "tal", ou qualquer outra situação, mas o sacrifício verdadeiro e único do Senhor na Cruz do Calvário.
Então, se morremos com Cristo, viveremos a eternidade com Ele.
Portanto, dessa forma, a morte passa a ser então um prêmio, a libertação total desta carne corrupta, e a esperança de estar diante do Criador exaltando todo o esplendor de sua Glória.

E, justamente por causa desta certeza e da incerteza da hora em que ela acontecerá para nós é que observamos a urgência na pregação da Palavra do Senhor.

Hebreus no capítulo 9, versículo 27 nos diz que:

Ao homem está ordenado a viver uma só vez, vindo depois disso o Juízo”.

E você? Já pensou que a morte pode também te alcançar? Ou vive ainda crendo que o incerto é mais provável do que a certeza? Já pensou que a morte pode alcançar seus familiares, parentes, amigos, vizinhos?
Não perca tempo, entregue-se a esse Cristo libertador e à sua Boa Obra, pois Ele mesmo nos disse que:
"Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim".

Que as misericórdias do Senhor estejam sobre nossas vidas e que nosso choro se converta em alegrai com a certeza da salvação...

Comentários

  1. Amei! Muito bom!!
    Deus é amor e não castigo .
    Muitos não entendem e fazem uma escolha errada de viver culpando e levando a palavra livre arbítrio , para viver um mundo de suas escolhas erradas e culpando Deus como se estivesse castigando! Mas isso não é verdade.
    Deus é amor! Deus é vida! Seguir a Deus é ter sabedoria que muitos dificuldade de fazer ou entender!
    A falta de entendimento ou a escolha de querer viver como quer ... é abrir as portas de sua vida para o devorador e o mal entrar !
    Mas não podemos culpar Deus por isso!
    Deus é amor....é bom...é agradável!
    Bjs!
    Márcia

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